Fonte de dados meteorológicos: Wettervorhersage 30 tage
Agronegócio Carnaval Coberturas Colunistas Educação Esportes Expointer Geral Obituário Policia Politica Rio Uruguai Turismo Uruguaiana
Chico Alves: 50 Anos de História na Rádio Charrua | Três projetos do Executivo entram na pauta da Câmara | Severo Luzardo será enredo dos Rouxinóis em 2027 | Sindilat aponta os caminhos para fortalecer o setor leiteiro | Menos sobretaxas, mais Exportações: RS avança nos EUA | Monitoramento garante proteção aos pomares gaúchos | Monitorado por tornozeleira é preso novamente por descumprir medidas judiciais | Expointer 2026 confirma expositores da Agricultura Familiar | Falecimentos em Uruguaiana: Rádio Charrua divulga obituário e últimas despedidas | Severo Luzardo será enredo dos Rouxinóis em 2027 | | | |
 
 
 
 
 
Vai faltar cerveja? Como a indústria responde à menor produção de cevada no Estado
 


Uma questão que começa ainda nas lavouras tem impacto direto nas dinâmicas da indústria cervejeira. É a produção da cevada, principal matéria-prima na fabricação do malte, um dos ingredientes da bebida, que está menor. O plantio do cereal vem caindo no Rio Grande do Sul, fazendo as maltarias (e as cervejarias) se abastecerem de outras formas.

A menor oferta, contudo, não compromete a sede e o interesse industrial pela cerveja, que mantém a produção da bebida com o cereal vindo de outros locais. Entre os players estão os vizinhos produtores de cevada, como o Paraná e a Argentina.

Ou seja, na avaliação do setor, o consumidor pode ficar tranquilo: não vai faltar cerveja no mercado.

Por que a produção gaúcha está menor

Assistente de culturas da Emater-RS, Alencar Rugeri diz que a cevada é uma produção de cadeia curta. Isso porque o produtor direciona todo o cereal à indústria. Do lado de quem planta, portanto, o cultivo só existe conforme a sinalização de venda garantida.

— É o comportamento contrário da canola, por exemplo, que tem tido incentivo à produção e excelente rendimento. Uma cultura que mudou totalmente de cenário nos últimos dois anos, justamente pelo interesse da indústria — diz Rugeri.

Do lado fabril, diversos fatores podem impactar a menor demanda da cevada gaúcha. Presidente da Comissão de Trigo e Culturas de Inverno da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), Hamilton Jardim acrescenta um novo ponto, o climático.

O efeito do clima na produção reduziu a qualidade do cereal nas últimas safras, o que depreciou a cevada na porta da indústria. A menor rentabilidade da cultura, portanto, desestimula o interesse dos agricultores em relação ao seu cultivo.

— O produtor está procurando alternativas que lhe rendam melhor, seja no trigo, na canola ou na carinata, que desponta como oportunidade de exportação. É uma opção pela liquidez. Do outro lado, as companhias traçam seus negócios de importação já em cima dessas estimativas de produção menor — diz Jardim.

-

Fonte: Bruna Oliveira / GZH

Editado pela Central Charrua de Notícias (CCN)

Imagem: Ilustração CCN



Geral | 04/07/2025 | 15:27
 
 
 
Últimas notícias

 
Chico Alves: 50 Anos de História na Rádio Charrua
01/06/2026 | 19:01

Três projetos do Executivo entram na pauta da Câmara
01/06/2026 | 18:33

Aeroporto de Uruguaiana espera movimento recorde no feriado
01/06/2026 | 18:09

Sindilat aponta os caminhos para fortalecer o setor leiteiro
01/06/2026 | 17:45

Menos sobretaxas, mais Exportações: RS avança nos EUA
01/06/2026 | 17:28